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Meu filho é minha alma gêmea. Meu irmão, meu companheiro, meu Mestre: um domingo com Docinho.

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Docinho liga para a mãe depois de várias semanas ausente por conta do trabalho e pergunta:  - E aí mãe, tá tudo bem? A mãe de Docinho responde:  - Estou. Estou esperando um filho. Docinho rebate assustado:  - O quê? Mãe você está grávida? Grávida? Na sua idade? Mãe o que é isso, Mãe? ( pois Docinho tem o hábito de repetir palavra quando quer enfatizar algum sentimento, como uma outra espécie de linguagem que só a mãe de Docinho entende). A mãe de Docinho responde-lhe com uma voz amável e alegre:  - Não falei que estou grávida, falei que estou esperando um filho. VOCÊ seu FDM que não vem ver sua mãe. Docinho ri a valer:  - kkkk mãe, essa foi muito boa Mãe! Você devia escrever roteiros pois me sai com cada uma! .......... Mãe, para de me chamar de Docinho. Por isso não te aceito no Face. Mãe, eu sou um profissional, minha página é pra trabalho, quer por favor para de "pagar-pau" pra mim Ninguém quer saber quem eu sou nem como você me ama. Pára com i...

Não aceitamos mais sua guerra, queremos PAZ

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Atitudes como esta podem salvar o mundo; pessoas como este homem, podem salvar a humanidade. Civis não fazem guerra, a maior parte da população civil não sabe o porquê de uma guerra que se abate sobre suas cabeças, suas casas, suas vidas, suas almas e abatem suas famílias e sua história.  A humanidade já sofreu demais por conta de racismo, intolerância religiosa tudo bem manipulado pelos detentores do Poder que com fins e propósitos obscuros e ocultos incentivam  pessoas a matarem pessoas. Somos todos humanos, somos todos irmãos de uma mesma raça.Está mais que na hora de escolhermos nossas próprias guerras e batalhas. Nossa batalha que iniciamos agora e pela PAZ, uma batalha sem armas, uma batalhas com atos de amor, tolerância, solidariedade. NÃO À GUERRA, NÃO À INTOLERÂNCIA.

Bom dia 1 de Setembro de 2012. Seja bem-vindo!

Acordei. O dia me trouxe o sol e as dores na coluna por conta da viagem de ontem ida e volta a Juiz de Fora. Esse negócio parece ser sério, pois os remédios apenas amenizaram a dor infernal. Mas é isso: Em pé sem cair, deitada sem dormir, como diria meu amigo Furacão. Lendo os jornais. Não sei como vou dar conta de Veja, Época, Galileu, O Globo e o porrilhão de textos do mestrado, além , é claro , das aulas a preparar. tic tac, o tempo corre. Uma olhada no jornal de ontem: duas crônicas sensacionais. Já as recortei: uma para o Marcelo Garcia Santana pois nela encontrei uma definição para ele no trânsito - Monge Hindu - pela paciência e pelo fato de jamais usar a buzina; outra para meu amigo Fernando Fraga, sobre relações de parentesco face às novas técnicas de reprodução assistida e Engenharia genética. Voltar a ler, preparar aulas, postar os exercícios do Tuty porque ele só faz no caderno e os professores querem no S.I.A.

Hijab, agora ele não cai mais.

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Hijab, eu gosto disso!

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Como usar meu Hijab
Li um artigo hoje do Bloch no O Globo e achei interessante sobre fazer uma tatuagem e não ir pro céu. Estou até agora encafifada com isso e fiquei pensando em redigir meu epitáfio. Estou buscando inspiração para as palavras na minha lápide, se é que terei uma porque quero ser cremada. Queria que minhas cinzas fossem jogadas no Ganjes ou no Orinoco, Mas quem sabe no S. Francisco pois nasci numa cidade às suas margens.

Grande Circo Brasil apresenta:Noites de palhaçadas com O Mensalão e a Educação.

Ontem, sábado, saí de casa às 7h para ir ao Mestrado em Juiz de Fora. Cansada e com a disposição de mil cavalos ...mortos, como diria meu irmão. Cheguei de volta ao Rio lá pelas 17h pensando em preparar a aula da semana que vem e algumas Oficinas novas nos moldes do ENADE. Meus planos pedagógicos se frustraram ao sentar-me frente a TV para assistir um pouco com meu marido. Afinal, não importa o grau de instrução, tem que dar atenção à família. A vida não é só pensar, é muito mais sentir e estreitar os laços de amor e amizade através do companheirismo e cumplicidade. Dormi lá, no sofá. Meu marido saiu e voltou, foi com um amigo a um baile ou pagode bem ao seu estilo e eu  dormindo no sofá. Não sei qual o mistério mas acordei na cama, alta madrugada, voltei a dormir e só acordei de verdade às 9h45. Jornais e revistas já em cima da mesa. Sinal de que o marido chegou pela manhã e então penso com um sorriso no rosto amassado pela imensa noite de sono: ainda bem que ao menos uma p...